Escreve, lê, contepla mar. Respira, sussura, flutua orbital. Cresce, observa caminha incógnito. Sente, transpira, vê pedras e fez delas o seu caminho. E assim leva-se e eleva-se além do que se poderia ter como possível. E assim eu me faço orgânico, e para além do sideral: local. Nascente e afluente de mim mesmo.
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